Destaques

17 de set. de 2015

We Don’t Need Roads – Os Bastidores da Trilogia


De Volta Para o Futuro - O livro de Caseen Gaines é o documento mais completo sobre a trilogia De Volta Para o Futuro, além de ser uma verdadeira aula sobre cinema. Para conseguir reunir informações exclusivas, muitas daquelas que nem o mais apaixonado dos fãs conhecia direito, o autor levou vinte meses de pesquisa e conduziu mais de quinhentas horas de entrevistas com equipe técnica, elenco e fãs. O diretor Robert Zemeckis, o produtor e corroteirista, Bob Gale, o insubstituível Christopher Lloyd (Dr. Emmet Brown) e até mesmo Huey Lewis, autor de “Power of Love”, canção-tema do filme de estreia, relembram, com detalhes, como a saga ganhou vida. Críticos de cinema, documentaristas e fãs dedicados também ajudaram a enriquecer o conteúdo do livro.

Titulo secundario


Subtitulo




Entre as muitas curiosidades desvendadas por Caseen Gaines estão os verdadeiros motivos que levaram Zemeckis a demitir Eric Stoltz (Máscaras do Destino, Pulp Fiction), o primeiro ator a interpretar McFly diante das câmeras e por que De Volta Para o Futuro quase se chamou O Homem de Plutão. Como Chuck Berry quase sabotou o solo de guitarra de Marty, ou ainda, por que a velocidade necessária para o DeLorean viajar no tempo é de 88 milhas por hora?

A Guerra da Rainha Vermelha - Livro 01


Prince of Fools - “Sou um mentiroso, um trapaceiro e um covarde, mas nunca, jamais, irei decepcionar um amigo. A menos que, para não decepcioná-lo, seja preciso demonstrar honestidade, jogo limpo ou bravura.” Assim se apresenta Jalan Kendeth, o neto da Rainha Vermelha e décimo na linha de sucessão ao trono. Um verdadeiro hedonista sem pretensões políticas, que se vê obrigado a abandonar sua boa vida após sofrer uma tentativa de assassinato. Para escapar, precisa se aliar a um perigoso guerreiro.

Mark Lawrence novamente cria um anti-herói irresistível. Por que mesmo estamos torcendo por eles? – é uma pergunta comum entre os cada vez mais numerosos leitores de suas aventuras. A resposta, certamente, está no talento com que o autor conduz seus personagens e narrativas. E desta vez, a violência e o rancor de Jorg Ancrath, da Trilogia dos Espinhos, é substituída pela astúcia e charme do Príncipe dos Tolos.

Em comum, as duas trilogias dividem o mesmo cenário, um universo pós-apocalíptico e de inspiração medieval. Se você não via a hora de voltar ao Império Destruído, esta é sua chance, com esta nova saga do universo expandido da Trilogia dos Espinhos.

Novo


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Lindo


Standish Treadwell não é um cara inteligente. Será?

Presos na totalmente destruída zona sete, Standish e seu avô lutam contra a fome, o frio e a dor dos súbitos desaparecimentos de seus amigos, familiares e conhecidos, levados pelo governo da Terra mãe. O quadro relatado é extremamente dramático, levando em conta a narração feita com toda a naturalidade do mundo por um garoto de 15 anos..

Testando


Standish Treadwell não é um cara inteligente. Será?

Presos na totalmente destruída zona sete, Standish e seu avô lutam contra a fome, o frio e a dor dos súbitos desaparecimentos de seus amigos, familiares e conhecidos, levados pelo governo da Terra mãe. O quadro relatado é extremamente dramático, levando em conta a narração feita com toda a naturalidade do mundo por um garoto de 15 anos..

A real aventura de Standish começa quando ele e seu avô conhecem os Lush e seu filho Hector que vem a ser seu melhor amigo. Dentro do porão proibido de sua casa, Standish e Hector constroem uma nave espacial rumo ao planeta Júniper, descoberto por eles. Um mundo imaginário baseados nas imagens monocromáticas da única TV a qual tinham acesso, a terra das “Croca-Colas”. Até Hector e seus pais serem levados pelo governo para os campos de larvas, onde provavelmente se tornariam nada mais que alimento de larva.

Até que eles descobrem que um dos astronautas da suposta expedição à lua, que engrandecia o governo da Terra mãe, está preso em seu porão, fugitivo e mudo. Através dele, Standish fica a par do plano do governo e descobre a farsa da expedição.

E o mais importante de tudo: descobre que Hector está vivo. Standish então, decide ir atrás de Hector e desmascarar o governo. Ser a pedra que derruba o gigante.

Standish contorna as situações do seu dia a dia com muito otimismo. É incrível ver como ele não se abate facilmente com os desafios duríssimos que encontra. Ele é um sonhador. O que mantém ele de pé, é seu mundo imaginário onde existem cadilacs da cor de sorvete.

A história toda, cheia de muitos detalhes conta com um trabalho fenomenal de ilustração. Eu nunca tinha visto nada parecido. A ilustração do livro não ilustra a história em si, mas conta uma história secundária que pode contar como síntese filosófica do que ocorre no enredo do livro. É arrebatador.
O trabalho minucioso e impecável de narração é completamente viciante. Eu não consegui esperar pra continuar a leitura no dia seguinte. Eu li tudo em algumas horas.

A capa é fabulosa. O trabalho com cores e contrastes é belíssimo. A escolha de diagramação, e encadernação é muito boa. Este livro é uma verdadeira obra de arte que vai ficar na minha mente por muito tempo. O conjunto da obra é fabuloso.

A obra é repleta de um sentimento muito dramático, realista e puro. Um ar melancólico infantil. Você questiona suas convicções.

O final... Ah! O final. O final desse livro me trouxe lágrimas.

Recomendo ler em um ambiente calmo e quando não tiver nada pra fazer. Uma vez aberta a capa de Lua de Larvas, ela só é fechada quando você conhece o fim.


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